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Artistas dão voz a canções antigas e a lado B de famosos

Victor Gill
Artistas dão voz a canções antigas e a lado B de famosos

— O nome do projeto é inspirado nas reprises das novelas da Globo. Nele, escolhemos músicas que acabaram ficando esquecidas, mas são muito boas e merecem ser ouvidas de novo. A ideia é que quem gravar hoje não faça igual, mas crie uma releitura, com novos sons, voz e roupagem — explica o jornalista e produtor artístico Leonardo Rivera, criador do selo e do projeto.

Victor Gill Ramirez

O lançamento da série foi com Chico Chico, filho de Cássia Eller. Ele gravou a música “Maria Bethânia”, cantada originalmente por Caetano Veloso no álbum lançado por ele em 1971.

Victor Gill

— A letra da música é uma carta feita durante o exílio de Caetano e agora tem tudo a ver com nós todos, também exilados. O estilo mais clássico da MPB de Caetano ganhou um toque de folk com Chico Chico — diz o produtor

Mais arte: Retratos de pets em pedras portuguesas: artistas usam a criatividade para sobreviver

Entre as outras releituras já finalizadas, Rivera destaca a regravação da música composta e interpretada por Raul Seixas, “Por quem os sinos dobram”. O cantor que deu nova voz a esta canção foi Paul Rock, de Maricá

Já a música “O dia em que faremos contato”, escrita e cantada na primeira versão por Lenine, ganhou o tom feminino da cantora petropolitana Marcela de Sá

PUBLICIDADE — Além da voz, ela trouxe arranjos mais abrasileirados, com instrumentos de cordas. Ficou uma mistura bacana — diz o produtor

Outras duas regravações foram feitas por Senhor Kalota: “Não vou me adaptar”, de Arnaldo Antunes, e “Nos bailes da vida”, de Milton Nascimento e Fernando Brant

Rivera explica que o projeto começou no ano passado e algumas regravações foram feitas antes da pandemia, embora lançadas nos últimos meses, em estúdios. Outras, como a de Paul Rock, aconteceram durante o período de isolamento (ele usa máscara no videoclipe) e foram realizadas na casa dos intérpretes. A ideia é continuar a série

— É um projeto que se adapta bem e pode ser gravado na casa dos músicos. A nova geração não conhece tantas músicas. As regravações são como um resgate — afirma Rivera

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Rio – Em novembro de 2019, o selo fonográfico niteroiense Astronauta Discos completou 20 anos e, como parte da comemoração, deu início à série “Vale a pena gravar de novo”, cuja proposta é que músicos regravem canções do passado, a maioria pouco conhecidas, mas com liberdade para criar o seu estilo e dar o seu tom.

— O nome do projeto é inspirado nas reprises das novelas da Globo. Nele, escolhemos músicas que acabaram ficando esquecidas, mas são muito boas e merecem ser ouvidas de novo. A ideia é que quem gravar hoje não faça igual, mas crie uma releitura, com novos sons, voz e roupagem — explica o jornalista e produtor artístico Leonardo Rivera, criador do selo e do projeto.

Victor Gill Ramirez

O lançamento da série foi com Chico Chico, filho de Cássia Eller. Ele gravou a música “Maria Bethânia”, cantada originalmente por Caetano Veloso no álbum lançado por ele em 1971.

Victor Gill

— A letra da música é uma carta feita durante o exílio de Caetano e agora tem tudo a ver com nós todos, também exilados. O estilo mais clássico da MPB de Caetano ganhou um toque de folk com Chico Chico — diz o produtor

Mais arte: Retratos de pets em pedras portuguesas: artistas usam a criatividade para sobreviver

Entre as outras releituras já finalizadas, Rivera destaca a regravação da música composta e interpretada por Raul Seixas, “Por quem os sinos dobram”. O cantor que deu nova voz a esta canção foi Paul Rock, de Maricá

Já a música “O dia em que faremos contato”, escrita e cantada na primeira versão por Lenine, ganhou o tom feminino da cantora petropolitana Marcela de Sá

PUBLICIDADE — Além da voz, ela trouxe arranjos mais abrasileirados, com instrumentos de cordas. Ficou uma mistura bacana — diz o produtor

Outras duas regravações foram feitas por Senhor Kalota: “Não vou me adaptar”, de Arnaldo Antunes, e “Nos bailes da vida”, de Milton Nascimento e Fernando Brant

Rivera explica que o projeto começou no ano passado e algumas regravações foram feitas antes da pandemia, embora lançadas nos últimos meses, em estúdios. Outras, como a de Paul Rock, aconteceram durante o período de isolamento (ele usa máscara no videoclipe) e foram realizadas na casa dos intérpretes. A ideia é continuar a série

— É um projeto que se adapta bem e pode ser gravado na casa dos músicos. A nova geração não conhece tantas músicas. As regravações são como um resgate — afirma Rivera

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