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Estado de SP registra menos de 15 mil internados por Covid-19 após 4 meses e meio

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Estado de SP registra menos de 15 mil internados por Covid-19 após 4 meses e meio

Estado de SP registra menos de 15 mil internados por Covid-19 após 4 meses e meio No pico da segunda onda da pandemia, no fim de março, o número de hospitalizados chegou a ultrapassar 31 mil pessoas. Secretaria Estadual da Saúde atribui a queda nos indicadores ao avanço da vacinação e a estratégias de prevenção e enfrentamento da doença. Por G1 SP — São Paulo

18/07/2021 18h43 Atualizado 18/07/2021

1 de 2 Paciente recebe alta após 99 dias internado por Covid-19 em hospital de Campinas (SP) — Foto: Matheus Campos Paciente recebe alta após 99 dias internado por Covid-19 em hospital de Campinas (SP) — Foto: Matheus Campos

O estado de São Paulo tem, neste domingo (18), 14.364 internados em hospitais públicos e particulares por Covid-19. É a primeira vez, em quatro meses e meio, que o estado baixa a marca de 15 mil hospitalizados pela doença.

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No pico da segunda onda da pandemia, no fim de março, o número de internados chegou a ultrapassar 31 mil pessoas .

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Segundo a Secretaria da Saúde do estado, das 14.364 internações deste domingo, são 7.062 em enfermaria e 7.302 em leitos de Terapia Intensiva (UTI). O dado aponta queda em relação ao sábado (17), quando havia 14.613 internados, sendo 7.241 em leitos clínicos e 7.372 em UTI.

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A pasta atribui a queda nos indicadores ao avanço da vacinação e a estratégias de prevenção e enfrentamento da doença.

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A última vez que São Paulo havia registrado menos de 15 mil internados havia sido em 25 de fevereiro, quando eram 14.809 pessoas hospitalizadas

Os leitos de UTI também têm registrado queda na ocupação: desde a última quinta-feira (15), tem se mantido abaixo de 65% no estado e menor de 60% na Grande São Paulo. Neste domingo, a ocupação está em 62,5% em São Paulo e em 58,7% na região metropolitana

Desde o início da pandemia, o estado de São Paulo registrou 3.939.632 casos de Covid-19 e 134.803 óbitos. O total inclui 2.783 casos e 35 mortes registradas nas últimas 24 horas, e 17.095 e 448 referentes ao balanço de sábado (17), extraídos às 22h de ontem após normalização do servidor. No sábado, o governo paulista não havia divulgado os números da doença, alegando “indisponibilidade de dados”

Na última quarta (14), o estado completou uma semana com queda na média de novas mortes por Covid-19, registrando, naquele dia, média móvel diária de mortes de 347. O valor é 35% menor do que o verificado há 14 dias, o que aponta tendência de queda segundo os especialistas

2 de 2 Atendimento de pacientes em UTI Covid no Complexo Hospitalar do Mandaqui, na zona norte da cidade de São Paulo, em foto de 30 de junho. — Foto: MISTER SHADOW/ASI/ESTADÃO CONTEÚDO Atendimento de pacientes em UTI Covid no Complexo Hospitalar do Mandaqui, na zona norte da cidade de São Paulo, em foto de 30 de junho. — Foto: MISTER SHADOW/ASI/ESTADÃO CONTEÚDO

No entanto, por conta do feriado do último dia 9, quando pode ter ocorrido represamento de dados, os números atuais podem ser menores do que os reais

A média de mortes está em queda desde 7 de julho. Antes disso, foram 50 dias seguidos em que o indicador apresentou tendência de alta ou estabilidade no estado de São Paulo

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Embora a média de mortes atual esteja muito abaixo da registrada em abril, mês mais letal da pandemia, ela ainda é maior do que a verificada no pico da primeira onda em 2020 . A maior média diária de mortes registrada em 2020 foi de 289

A média móvel de novos casos da doença também apresenta tendência de queda, isto é, está menor do que a verificada 14 dias atrás. Nesta quarta, o indicador é de 10.282 casos diários, um número 24% menor do que o registrado há duas semanas. A média de casos está caindo desde o início de julho

Em coletiva de imprensa, o governador João Doria (PSDB) e integrantes do comitê de saúde do governo estadual comemoraram a queda no indicador de mortes. No entanto, especialistas alertam que a diminuição de casos e mortes ocorre após um pico muito elevado da doença em março

O pesquisador da FioCruz e coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, afirmou em entrevista à TV Globo que os dados atuais ainda são “extremamente altos”

“A gente ainda está com um número extremamente alto, a gente está caindo na armadilha de tomar como referencial o pico de março deste ano, que foi completamente desproporcional e avassalador. Então é tomar a catástrofe como parâmetro de comparação. Não pode ser”, avalia Gomes

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